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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!!!!


Hoje, o verdadeiro significado do dia 25 de dezembro está equivocado. Papai Noel com roupas vermelha, branca e preta. Árvores de natal cintilantes e promoções por todos as lojas de compras. Tudo isso ofusca o principal e verdadeiro sentido do natal.

O lindo sentido do natal está se perdendo, como a árvore enfeitada que simboliza alegria, esperança e paz, ou como o bom velhinho dos anos de 280 (depois de cristo), que deixava moedas na chaminé dos pobres da época, São Nícolau (Bispo Nícolau). Esse é o verdadeiro papai Noel e nele foi inspirado o bom velhinho que conhecemos atualmente.

A minha festa preferida do ano, um tempo em que “um clima de sonho se espalha no ar”.

Então venho desejar a todos os amigos leitores do blog Arivaldo Martins um feliz Natal e um próspero ano novo. 

Que o menino Jesus seja o verdadeiro sentido de toda está alegria. Que ele possa renascer em todos nós.


“Um clima de sonho se espalha no ar
Pessoas se olham com brilho no olhar
A gente já sente chegando o Natal
É tempo de amor, todo mundo é igual”
                                               (Roupanova)


                                        

sábado, 12 de outubro de 2013

Saudades de ser criança


Arquivo pessoal
O simples fato de ser criança já é uma alegria enorme! Quando criança um dos meus sonhos era o de crescer rápido e fazer coisas de gente grande. Lembro-me que um dia meu irmão Anobelino Martins perguntou se eu queria ser criança ou queria ser grande e respondi que queria crescer logo, daí Anobelino me disse que aquela fase em que eu estava vivendo seria a melhor da minha vida, na hora não entendi muito bem, talvez nem ele entendesse, mas hoje, na minha juventude, vejo o quanto era feliz em minha infância.

Hoje tenho saudades daquela época, do tempo que não tinha nenhuma preocupação e que a vida era só brincar e brincar. Saudades de quando jogava bola com meus irmãos, e tantas outras brincadeiras, como boto, esconde-esconde, ficar duro... Saudades até de quando eu e meus irmãos limpávamos o quintal para jogar bola, e no fim da tarde fazíamos uma fogueira, para em volta dela, ficar conversando. Saudades de quando com meus irmãos apagava a luz e começava a contar histórias de terror, o objetivo era ficar com medo, mas a gente só fazia rir das histórias. Saudades de quando a gente brincava de filme (O Filme!) em fim foi um tempo extremamente feliz.

Hoje, dia 12 de outubro, desejo a todas as crianças e a todos os adolescentes, jovens, adultos, idosos, as eternas crianças um feliz dia da criança.

Autor: Arivaldo Martins

quarta-feira, 21 de março de 2012

A procura de um tesouro




Era uma vez um menino que morava em um humilde vilarejo, neste vilarejo tinha um velho que era muito misterioso e que sempre falava com ele. Certo dia esse velho mostrou a ele um mapa, e esse mapa levava á um tesouro perdido, o velho deu esse mapa para o menino, e ele foi à procura dele.

Entrou mata adentro e teve que passar por vários obstáculos, como confiar em algumas pontes que pareciam velhas, ser corajoso pra enfrentar as cobras venenosas, que também encontrou no caminho e entre outros obstáculos. Mas valeu apena, porque ele conseguiu o tesouro, e é um tesouro muito raro. Na verdade o tesouro que esse menino encontrou foi o de uma amizade verdadeira.

O velho que falava com ele todos os dias era a sua consciência, muitas vezes confiar em nossos amigos é uma coisa insegura, como aquela ponte velha que ele teve que confiar para passar por ela, as cobras venenosas é na verdade os falsos amigos aqueles que vão falar mal dos nossos amigos de verdade, mas no fim se você for capaz de confiar nos seus seu amigos de verdade, se você for capaz de enfrentar e defender a sua amizade, ai sim você poderá chegar a esse tesouro, uma amizade verdadeira.

Autor: Arivaldo Martins
20 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

A trágica História de Antonieta


Antonieta, uma adolescente de 16 anos, de família respeitada na cidade de Esvênia. A pesar de ser uma jovem ela já tinha muitas responsabilidades, às 07: 30h tomava café da manhã, às 08: 30h tinha que ir se arrumar, pois às 10: 00h ela tinha que ir a escola, já que o percurso para a escola era de meia hora de carro, ela teria que sair às 09: 30h em ponto, pois sua escola era fora da cidade.

Na escola ela não fazia muitas amizades, na verdade não tinha ninguém que pudesse confiar de verdade. Às 15: 00h chegava em casa e já tinha que ir se arrumar pra ir à aula de piano, que era às 16: 00h. A aula durava duas horas, quando ela chegava exatamente às 18: 00h, teria que se aprontar pra o jantar, às 19: 30h ela imediatamente ia para o seu quarto estudar os assuntos passados na escola, e nas aulas de piano.

Certo dia Antonieta percebeu que não fazia mais nada na sua vida, a não ser, cumprir aquela agenda imposta por seus pais. Um dia, no intervalo de 18: 30h quando deveria se arruma para o jantar que sempre era às 19: 30h em ponto, ela se arrumou mais rápido e aproveitou o tempo que lhe restou para estudar, já que tinha estudado tudo que deveria neste tempo. Às 19: 00h no jantar, A garota pediu aos seus pais que, por favor, a deixasse sair, seus pais não gostaram muito da idéia, mas pelo motivo que sua filha não saía quase nunca eles deixaram ela sair.

Muito alegre, ela decidiu ir ao parque. No caminho percebeu que tinha alguns homens de preto, que a seguiam e que todas as pessoas que via ela na rua ficavam olhando e comentando, já que a família dela era muita conhecida e ela não tinham o costume de sair. Chegando ao parque, aproximou-se dela um garoto que se chamava Ben e que se apresentou e em seguida apresentou o seu melhor amigo, que estava conversando com alguns colegas em outro banco do parque. Depois de muita conversa Bem a convidou para andar na roda gigante, ela aceitou e foram.

- Foi muito bom! Nós conversamos muito, eu contei muito sobre mim e ele me contou muitas coisas sobre ele, disse que é de família simples e contou a mim todas as dificuldades e todas as conquistas que ele tinha vivido. Disse ela.

Quando estavam prestes a saírem do parque, Ben percebeu que estava sem dinheiro pra pagar. Nisso ocorreu, então, um pequeno tumulto porque o rapaz que tomava conta do parque pensou que Ben não iria pagar a conta, mas ele estava enganado, porque Ben chamou seu amigo, aquele que ele apresentou a Antonieta anteriormente. Seu amigo veio, mas no tempo dele chegar, o rapaz que toma conta do parque ficou reclamando muito com Ben, porque pensava que ele não iria pagar. Os homens de preto que seguiam Antonieta se aproximou, e quando o amigo de Ben chegou, já percebeu que o problema era dinheiro e já foi botando a mão no bolso, no meio da discussão um homem de preto, segurança de Antonieta, puxou uma arma e no clima do momento atirou no amigo de Ben que caiu no chão já agonizando. Depois disso era gente correndo de um lado pra o outro, foi quando os seguranças pegaram Antonieta colocaram em um carro e foram depressa pra casa, infelizmente o melhor amigo de Ben veio a falecer.

Depois do acontecido os pais de Antonieta disseram que tinha colocado os homens de preto, ou melhor, os seguranças para o seu próprio bem e eles disseram também que decidiram não dizer nada a ela. Depois de tudo isso Antonieta nunca mais saio de casa e também nunca mais voltou a ver o Ben, ela ficou muito abatida e arrasada. A única imagem que vinha na sua cabeça era a do Ben no chão abraçado com seu amigo e com a camisa cheia de sangue.

Era uma vez uma menina que tinha tudo, e ao mesmo tempo não tinha nada.


AUTOR: Arivaldo Martins da Silva